Comentários do Autor.

Este blog tem como objetivo, apenas levantar reflexões sobre diversos temas da vida. As vezes sendo tendencioso, mas não sempre. Todos os textos deverão ser escritos apenas uma vez, como uma verdadeira reflexão, sem formatação alguma.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Por quê esquecemos as pessoas?

___________________(silêncio);


Ah, se eu soubesse entender a minha mente, meu coração. Hoje uma pergunta me fez calar oh minha alma. Esquecemos as pessoas. não digo esquecer fisicamente em algum lugar, como às vezes, e muitas vezes, fomos esquecidos no supermercado, no futebol, até mesmo na escola. Reriro-me a deixar pessoas de lado, fingir que não conhecemos, ou até mesmo não respondermos um simples "scrap".

Muitas vezes, somos acometidos de um leve "fiz que não me lembro de quem é você" deixando amigos, parentes, Deus de fora de nossa vida social. Pessoas que caminharam juntas, que repartiram páginas de nossa vida, apanharam juntas e até mesmo tocaram campainha, deixamos de lado em pró de momentos que enetendemos serem os mais importantes de nossa vida.

Há quanto tempo não dizemos olá, para aquele amigo que repartiu Sagu em uma tarde de segunda, ou até mesmo, para aquela tia, que querendo ou nào, limpou as suas fraldas.




Há quanto tempo não mandamos uma foto, para um irmão, contando algo de um simples momento da vida, ou até mesmo chamamos para um chá em nossa casa aquela pessoa que pára você foi o seu maior herói.

Há quanto tempo não pensamos nos outros e deixamos para trás nossos interesses mesquinhos, nossas metas construidas em castelos de areias, nosso "cansaço", nosso deixa para depois.

Davi, teve um grande amigo, e este amigo não foi apenas Deus.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Qual é o limite do trabalho?

Uma reflexão, me vem hoje...:


"Qual é o limite do trabalho?"


Muito se lê sobre pessoas que abrem mão de seu tempo livre (ócio) pelo trabalho, há aqueles que não possuem nem tempo para desfrutar do ócio. Muitas são as pessoas que abrem mão de suas vidas pelo trabalho, sofrendo desde cedo com a fadiga laboral, o stress, avc's e porque não infartos. Sobram ainda aqueles que abrem mão de suas famílias e a amigos por aquilo que se chama trabalho.


Será que o fator primordial disto tudo é a remuneração do trabalho, o salário, ou seria apenas um momento, talvez uma chance de se fazer importante e talvez reconhecida em algum momento da vida.


"Que proveito tem o homem, de todo o seu trabalho, com que se afadiga debaixo do Sol?" Eclesiastes 1-3


"Pelo que eu me volvi e entreguei o meu coração ao desespero no tocante a todo o trabalho em que me afadigara debaixo do Sol" Eclesiastes 2-20


Não há como negar, e a história nos mostra que há muito o homem foi usurpado de sua capacidade de reprodução, tornando-se apenas um apêndice de todo o processo produtivo, tendo roubado os seus meios de produção, seja terra, seja ferramentas, seja seu intelecto, necessitando vender a sua força de trabalho pelo salário de subsistência. Mas o nosso foca, não é aquele que necessita o máximo pelo mínimo, mas sim, aquele que busca "dois tantos de seu trabalho" não se contentando com o necessário.


Será mesmo que vale a pena sair de casa as 06:00, retornar as 22:00, não conseguir dar atenção a sua própria vida e não conseguir dormir pois ainda pensa naquilo que é fútil, aquilo que em sua morte será lembrada pela sua tentativa de fracasso?


O trabalho é parte ou objeto de realização pessoal? Qual é o peso que você dá para esta parte importante porém não única em sua vida? A futilidade é jogar conversa fora ou fazer por merecer um ótimo cargo?


Acredito que o trabalho é parte necessária porém não única para a realização enquanto pessoa, parte necessária para o melhor aproveitamento de nossa curta vida terráquea. Porém faz-se necessário medir o quanto realmente vale a pena manter um certo padrão de vida, por menor que seja (no seu entendimento) frente a vida que desintegramos das 08:00 as 18:00 com uma hora de almoço.



segunda-feira, 1 de março de 2010

Fundamentalistas


Hoje, 01 de março de 2010, assisti uma documentário muito interessante na canal fechado GNT. O documentário tratava sobre uma cidadã muçulmana (me eesforçarei para lembrar o nome dela) que levantou a bandeira da discussão sobre o fundamentalismo e os fundamentalistas do atual regime islâmico, escrevendo um livro sobre o assunto e tornando-se conferencista.

Alguns pontos ressaltados, foram:

1) a privação do indivíduo feminino dentro do atual regime, reprimindo a identidade de cada uma, como uma única pessoa;

2) o confronto violento ou não com o "Satan Ocidental" suprimindo o confronto do homem com a sua própria carne;



Não entendo nem um pouco do Corão (?), nem mesmo quero dissertar sobre isto. Mas o meu grande questionamento dá-se que talvez estes dois pontos sejam verdadeiros para outras meios "religiosos", neste caso a Igreja Cristã Evangélica, ou não, brasileira.


Cada vez mais vemos os líderes religiosos brasileiros tornando-se cada vez mais líderes, e um processo de massificação das ovelhas, reprimindo a diversificação das idéias e atitudes. O indivíduo que pensa de forma diferente torna-se discriminado e muitas vezes vitimado pelo discurso. Cada vez mais, nossos líderes levam-nos a combater em sangrentas batalhas contra "principados e potestades" e esquece que o confronto que interno, contra a nossa carne é cada vez mais forte.

Talvez, por este motivo não somos ensinados a combater a nossa própria carne, pois nesta busca necessitamos conhecer a nossa própria identidade, e talvez este seja um fator de enorme risco para aqueles que temem o crescimento do ser, filho de Deus.


Certa vez, ouvi um jovem dizer que o primeiro passo para encontra o nosso eu, seria encontrar a Deus, pois estávamos entre as letras D e S (D eu S), e temos que justamente aprender a buscarmos a Deus para entendermos o nosso ser. Deus nos criou de forma única e perfeita, porém o medo do confronto é presente, porém necessário para vencermos nossas batalhas, crescer e nos fortalecer naquele que morreu por nós.